Neste corpo decadênte que trago comigo mesmo
Ainda há um pouco de esperança, assim espero em sono profundo
Que a luz não volte neste fúnebre dia.
Afoguei-me em meu desespero
Certos medos de que agora sou maior
Alimentei-me destes lírios...
Mas agora resta-me as flores do mal.
Ao entardeçer meus pés procuram pela saida
No crepúsculo perfeito, o unicórnio decaido sobre mim
Arrasto-me entre as árvores, procuro entre o chão
Somente o fogo pode mandar a mensagem...
Somente a fumaça falará silênciosamente
Somente o espelho será a prova desta noite.
